sábado, 6 de dezembro de 2003

O meu amigo Zé

Aqui têm o meu amigo Zé.

O Cão Futebolista

Vêm a bola à frente dele? Domina-a tão bem como eu domino um ratinho de peluche, na brincadeira. Levei tempo a habituar-me a ele. Tivemos algumas pegas por causa do nosso amigo Rafinho. Ele ia perturbar o Rafinho e quando eu lhe mostrava os olhos maus que mais ninguém sabe fazer como eu, já não sabia o que fazer.

Mas hoje, eu e o Zé, somos grandes amigos. Tal como eu, foi tirado da rua. Nós, os animais domésticos, sofremos muito neste Mundo! Um grande espectáculo é verem o Zé a jogar a bola com o Ventor. O Ventor, mesmo de mansinho, marca-lhe cada golo, mas o Zé não se dana. É um grande amigo este novo Eusébio!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2003

Tomás ..., mas o gato ...

Este gato, o Tomás, era um grande gato, muito bonito e muito meiguinho.

O gato Tomás

Era lindo a valer. Ele está numa moldura como se fosse um membro ido da família. Morreu com um ataque cardíaco. Toda a gente chorou pelo Tomás. Será que um dia todos os meus amigos também chorarão por mim? O Tomás foi substituido por este outro amigalhaço, o Matias!

O Matias vei substituir o Tomás como companheiro da Magda 

Vejam só que lindo é o meu amigo Matias! Está a dizer-vos adeus. Digam adeus ao Matias! Olá, Matias! Este meu amigo parece uma carpideira. Já teve honras de aparecer nas câmaras da SIC e parecia que estava a dar instruções ao Câmara-Man que foi lá a casa. Parecia que o Matias é que era o realizador!

Os meus amigos Nhiço e Magda

O Nhiço, tal como eu, foi abandonado.

O Nhiço

Ele é o mais velho da família, depois do Rafinho. Foi atropelado quando o dono permitiu que uma colega da escola o pegasse. Um carro passou a fazer grande barulho e o Nhiço assustou-se, ela assustou-se também, e largou-o. Ele fugiu e o carro seguinte atropelou-o. Gastaram umas coroas valentes para o salvar. Infelizmente a vida é dura para todos, até para gatos.

Conheci o Nhiço ainda quando eu era pequenino. Ele não me oferecia muita segurança e eu escondia-me dele. A minha amiga Magda, gostava de mim e procurava-me, mas ela era um pouco parecida comigo na cor da pele e vínhamos do tronco da mesma árvore, mas já com muitos cruzamentos. Ela descende de um ramo Siamês e eu sou produto das brincadeiras dos homens. A Magda nasceu na cave dos seus donos. A mãe, com os olhos e uns miares, pediu por misericórdia que lhe olhassem pela filha.

A Magda

Dizem que eu sou descendente de Siamês e Balinês. Aquela célebre ilha indonésia, lembram-se? Acho que os americanos e sempre as suas experiências, deram origem a um novo ramo das minhas gentes. O RagDoll! Eu descendo dos ragdolls americanos que apareceram por cá algures no tempo. Não muito longo! Isso mesmo, chamam-nos "Bonecas de Trapos"! Dizem que é por nós podermos ser pegados pelas crianças e permitir todas as patifarias sem as arranharmos.

Na verdade, há três anos que eu convivo com a Joana e nunca tive vontade de a arranhar e olhem que ela é bem chata, às vezes! Agora também tenho que aturar o Tomás, de vez em quando e esse patife quer-me puxar o rabo, mas eu sou amigo a valer daquele "new cowboy"!

Adeus Amigos

Tive de partir. Agora deixo-vos sós com o Ventor. Que o Senhor da Esfera vos ajude a todos. A mim já me levou. Pedi ao Ventor para public...