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segunda-feira, 18 de julho de 2005

O amigo Americano

O Ventor recebeu agora um telefonema muito triste. O nosso amigo americano está a morrer. Ele chama-se Max.


O meu amigo Max O nosso amigo era especial amigo do Ventor. Quando cá vinham, ele e o Bubo, iam para a montanha e ficavam malucos com tanta liberdade! Na América, em New Jersey, pouco mais tinham que o quintal da casa. Cá, tudo era diferente e a alegria deles era irem com o Ventor às sardinhadas e beber água fresca nas montanhas do Ventor, nas Fontes, e correr nos Poulos dos Cagordos e da Cascalheira. Não voltaremos a ver o nosso amigo americano.


Max com a dona dele O Bubo nasceu e morreu velhinho, na América, mas adorava vir a Portugal e meter-se nas águas dos nosso rios límpidos do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Teve a sua bela vida, mas o Max ainda não é velho e está a ter uma morte terrível. Tem um tumor no cérebro. A dona dele já gastou mais de 3.000, dólars só em exames. O veterinário queria pôr-lhe termo à vida, mas ela ainda não teve coragem. Também é médica e não quer nada com a eutanásia, nem de animais. Ela costuma dizer ao Ventor que há sempre uma réstia de esperança.

O nosso amigo Bubo, já em posse do Senhor da Esfera

As minhas janelas

 Nasci no Lugar de Adrão   Na serra de Soajo As Caminhadas por aí   Estive em Moçambique   A Arrelia do Quico   O meu Pilantra s     As bele...